De
Cacoal a Porto Velho a viagem foi lenta e sem muito o que apreciar. Paisagem
monótona, de floresta transformada em pasto pra vaca, uma paisagem triste, com
uma ou outra imensa castanheira isolada como testemunha da degradação. O
movimento de caminhões aumenta muito e a estrada não ajuda, exceto pelos
últimos 100 km que melhora o piso, refeito recentemente, mas sem sinalização.
Viajar por ali à noite é muito arriscado, a pista não tem faixas divisórias e
fica difícil saber sua posição correta.
O
restante da estrada é muito encaroçado, com remendos mal feitos a cada 10 m de pista. Isso exige muito da suspensão, é como correr em cima de um monte de jabutis. Isso dificulta muito as ultrapassagens
e, com muitos caminhões nos dois sentidos, foi necessário diminuir o ritmo, relaxar e aproveitar a GS, ficando
sempre o mais longe possível dessas centopéias de rodas. Após Ariquemes (isso é uma cidade), parada
para saborear o melhor Açaí da região, no restaurante Pé de Serra. Se passar
por lá, peça um grande, não vai se arrepender, é maravilhoso.
Cheguei
em P. Velho às 15:30. Fiquei essa tarde e mais um dia inteiro na cidade. Porto Velho definitivamente não é uma cidade bonita, achei meio
deleixada, muito suja, principalmente na entrada da cidade. Mas também tem seu
lado interessante.
Nessa
mesma noite saí com meu cunhado (Joãozinho), sua namorada Talita e um amigo
comum (Roni). Fomos comer um peixe do rio Madeira no restaurante Remanso do Tucunaré,
simplesmente maravilhoso.
Jantar
com amigos Joãozinho (de boné) Roni e Talita (a fotógrafa), no restaurante Remanso do Tucunaré, em Porto Velho. Fantástico.
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