terça-feira, 7 de outubro de 2014

07/05/2014 - Cacoal – RO a Porto Velho - RO – 468 km

De Cacoal a Porto Velho a viagem foi lenta e sem muito o que apreciar. Paisagem monótona, de floresta transformada em pasto pra vaca, uma paisagem triste, com uma ou outra imensa castanheira isolada como testemunha da degradação. O movimento de caminhões aumenta muito e a estrada não ajuda, exceto pelos últimos 100 km que melhora o piso, refeito recentemente, mas sem sinalização. Viajar por ali à noite é muito arriscado, a pista não tem faixas divisórias e fica difícil saber sua posição correta.
O restante da estrada é muito encaroçado, com remendos mal feitos a cada 10 m de pista. Isso exige muito da suspensão, é como correr em cima de um monte de jabutis. Isso dificulta muito as ultrapassagens e, com muitos caminhões nos dois sentidos, foi necessário diminuir  o ritmo, relaxar e aproveitar a GS, ficando sempre o mais longe possível dessas centopéias de rodas. Após Ariquemes (isso é uma cidade), parada para saborear o melhor Açaí da região, no restaurante Pé de Serra. Se passar por lá, peça um grande, não vai se arrepender, é maravilhoso.
Cheguei em P. Velho às 15:30. Fiquei essa tarde e mais um dia inteiro na cidade. Porto Velho definitivamente não é uma cidade bonita, achei meio deleixada, muito suja, principalmente na entrada da cidade. Mas também tem seu lado interessante.

Nessa mesma noite saí com meu cunhado (Joãozinho), sua namorada Talita e um amigo comum (Roni). Fomos comer um peixe do rio Madeira no restaurante Remanso do Tucunaré, simplesmente maravilhoso.

Jantar com amigos Joãozinho (de boné) Roni e Talita (a fotógrafa), no restaurante Remanso do Tucunaré, em Porto Velho. Fantástico. 



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