Saí
de Camaná aproximadamente às 8:00 da manhã, em direção a Majes, uma ciadezinha
no meio do vale do rio Sihuas, um pouco antes da metade do caminho até
Arequipa. As plantações irrigadas entram até dentro da cidade. Aqui também,
cada centímetro é aproveitado pra produção de grãos. Vi arroz, quinôa e milho.
Cheguei
em Arequipa depois de rodar aproximadamente 180 km, lá pelas 11:00 da manhã. A
cidade é diferente de tudo que já tinha visto e realmente faz jus ao apelido de
cidade branca, imensos prédios do período colonial espanhol foram construídos
com silar, uma pedra vulcânica branca. Com seus 800.000 habitantes é uma cidade
grande com um centro comercial moderno e de trânsito intenso. O centro
histórico abriga uma grande quantidade de museus e a tradicional praça de
armas. De forma geral, o GPS não funciona muito bem por lá, boa parte das ruas, principalmente na região
mais periférica da cidade, não está mapeada e é difícil encontrar endereços em
ruas menores. Novamente usei os serviços, muito baratos, de um taxista para
achar o hotel.
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Vista
parcial de Arequipa com o imponente vulcão Misti ao fundo.
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Fiquei
hospedado no Hotel La Torre de Ugarte, no centro histórico e, portanto, bem próximo
a praça de armas e muitos outros pontos interessantes de visitação. O hotel
tem estacionamento interno grátis e um ótimo atendimento, por 100 soles a diária
com café da manhã. Possui uma área de lazer na cobertura que funciona como
mirante para parte de Arequipa e Vulcão
Misti (na foto acima).
Fiquei
duas noites em Arequipa, a cidade é fantástica. É lá que está o museu que
guarda a múmia Juanita. Fui ver, é muito interessante e realmente emociona.
Imperdível.
No
centro histórico também funciona o centro de atendimento ao turista, onde
consegui um ótimo mapa do Peru de graça e informações sobre as condições das estradas. Pessoal muito solícito.
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Construções em Silar, uma rocha vulcânica branca, base de inúmeras construções do período colonial em
Arequipa. Praça de Armas.
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Catedral
da praça de Armas em Arequipa.
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Na
parte superior dos prédios do centro histórico estão muitos restaurantes populares, com comida
muito boa e bons preços, além de uma ótima vista da praça de armas.
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Chupe, prato
tradicional do Peru é um delicioso ensopado composto de arroz, milho temperos e
camarões gigantes.
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